



Apenas usuários registrados podem postar


| Brasileira na Suiça - Atacada ou Maluca? |
| Seg, 16 de Fevereiro de 2009 14:50 |
|
Maluca ou não, essa notícia levanta uma questão muito mais séria: No mundo todo ainda existem organizações políticas que pregam o racismo, a aversão a estrangeiros e o anti-semitismo.
Me parece meio impossível coibir a existência de pessoas imbecis, que não toleram as diferenças. Antes de mais nada, pra mim, quem tem preconceitos contra negros, brancos, judeus, ou o raio que o parta, tem na verdade é um sério problema de auto-aceitação. Se por um lado, impedir a existência desses imbecis é quase impossível, é notório o descaso das autoridades mundiais com a formação destes grupos. Kull Kux Klan, Skinheads nazistas, e tantos outros grupos florescem por aí como se fosse simplesmente normal, e a meu ver, é aqui que o estado devia agir. Se não podemos impedir que os idiotas existam, devíamos ao menos fazer de tudo para evitar que se unissem. Alguém conhece alguém que já apanhou de um único Skinhead? Ou de um único torcedor do time oposto numa saída de futebol? O perigo é quando os imbecis se juntam: Nada mais efetivo para encorajar um imbecil, do que colocá-lo em meio a outros imbecis. Se sozinho mal tem coragem para sair de casa, uma vez em grupo, tomam coragem para matar, agredir, e fazer as coisas mais idiotas possíveis, só para serem aceitos pelo grupo que frequentam. Tolerância é uma palavra com a qual a raça humana ainda têm que aprender a lidar. Isso não significa que você deva morrer de amores por negros, índios, muçulmanos, judeus, ou quem quer que seja. Isso significa compreender que todos somos diferentes uns dos outros, seja essa diferença uma cor de pele, ou uma crença, ou uma paixão. Saber conviver com diferenças é essencial para a nossa evolução como espécie. Aprender a se colocar no lugar dos outros é fundamental para isso. Então, antes de agredir alguém por uma atitude preconceituosa, que tal imaginar como se sentiria no lugar dessa pessoa? Se todo mundo fizesse isso, aposto que nem guerras teríamos mais. E não é esse o mundo que queremos para nós?
|