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  • RedDevil : QUE SE FODA!!!! uhuw!!!
  • Roberta Oliv : Quando entrei aqui e li o post sobre a Mallu e o Marcelo, tive CERTEZA que era seu! AMEI o lugar!hahahaha Beijokas, Go
  • O dono dessa : Por alguma razão essa bosta não exibe o nome no Google Chrome. Paciência.
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Proibição faliu. E é a pior das soluções.
Escrito por O dono   
Qua, 25 de Março de 2009 13:40
maconhaEm 1998, a Assembleia Geral da ONU nomeou membros para discutirem um mundo livre das drogas. No começo do mês, em Viena, se reuniram e concluíram que é preciso “o mesmo de sempre”, que a guerra contra as drogas tem sido um desastre, gera estados falidos entre os emergentes, enquanto o consumo aumenta nos países ricos.
Qualquer pessoa com bom senso percebe que nesses cem anos a tentativa é inútil, assassina e sem perspectiva. Por isso, acreditamos que a política menos ruim é legalizar as drogas.
Menos ruim não quer dizer a boa. A liberação, especialmente nos países produtores, traria riscos aos países consumidores. Muitos usuários vulneráveis sofreriam. Mas, na nossa opinião, mais pessoas ganhariam.
Evidências da falência. Hoje em dia, a ONU não fala mais num mundo livre das drogas. É fato que o mercado se estabilizou, mais de 200 milhões de pessoas, 5% da população mundial adulta, usam drogas na mesma proporção que há uma década atrás. A produção da cocaína e do ópio se estabilizou; a da maconha é maior. O consumo de cocaína decaiu gradualmente desde o seu pico nos anos 80 nos EUA. O mesmo aconteceu na Europa. 
Os Estados Unidos gastam US$ 40 bilhões para combater o tráfico de drogas. Nos países em desenvolvimento, sangue tem sido derramado. No México, mais de 800 policiais foram mortos desde dezembro de 2006. Mesmo assim, a proibição mina os esforços da guerra contra as drogas. 
O preço da droga depende mais da distribuição do que da produção, diz a ONU. O combate ao tráfico arruinou a metade dos produtores de cocaína. Sim, o preço da cocaína nas ruas americanas parece ter aumentado, mas foi a pureza da droga que diminuiu. Há evidências de que o negócio da droga se adapta rapidamente a seus percalços de distribuição. A produção do ópio se mudou da Turquia e Tailândia para Myammar e Afeganistão. 
 
De acordo com a ONU, a indústria da droga ilegal movimenta US$ 320 bilhões por ano. Países emergentes vivem uma corrida de vida e morte contra o crime organizado. 
Liberação não nos livraria dos gângsteres, mas transformaria a droga em um problema da lei para um problema de saúde pública. Governos taxariam e regulariam o comércio, usariam fundos para educar o público sobre os riscos e para tratar viciados. Diferentes drogas teriam diferentes taxas e regulamentações. Este sistema pode ser imperfeito, requer constante monitoramento, mas desencorajaria o mercado negro e os desesperados atos de viciados roubarem ou se prostituírem para alimentar seus hábitos.
 
Existem duas razões para os argumentos de que a proibição nos leva a lugar nenhum. Apesar de algumas drogas ilegais serem perigosas para algumas pessoas, a maioria não sofre danos. Tabaco é mais viciante que a maioria delas. A maioria dos consumidores, incluindo de cocaína e heroína, são usuários eventuais. Eles as usam porque obtêm prazer, como com o uísque e o Marlboro Light. 
A liberação daria oportunidades para se negociar com os viciados. Provendo informações honestas sobre os riscos de diferentes drogas, e taxando-as convenientemente, os governos poderiam convencer os consumidores a não se prejudicarem. 
A liberação pode encorajar companhias que produziriam drogas legalmente a melhorar o produto a ser consumido. O dinheiro economizado da repressão permitiria os governos a garantir um tratamento aos viciados mais eficaz. O sucesso dos países desenvolvidos em banir o cigarro com taxas e regulamentações mostram que há esperança.
 
Esta publicação afirma que a proibição é danoso para os países pobres. A liberação não nos livraria do crime organizado. Mas, depois de um século de experiências falidas, deveríamos ao menos tentar.
Calma aí... Este é um resumo da surpreendente matéria de capa de 5 de março da revista de maior prestígio e influência, The Economist, conservadora e liberal [Tradução por Marcelo Rubens Paiva].
Merece ser discutida.
 
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Zeitgeist -ASSISTA
Escrito por O dono   
Sex, 06 de Março de 2009 23:23

Muita gente diz que sou maluco, chegado em teorias conspiratórias. Sou mesmo. Não acredito em religiões cristianistas (nem na outra grande maioria delas), acho que são apenas uma forma de manipular as massas.

Com o atentado ao World Trade Center não foi diferente - já no dia eu dizia que a queda dos prédios foi muito estranha e que aquele ataque interessava muito mais ou governo dos EUA e sua indústria armamentista que para um muçulmano entocado numa caverna qualquer no meio do nada. 

Uma amiga minha outro dia me mandou  este documentário sensacional que segue abaixo, que curiosamente, trata de ambas as questões. Eu adorei e recomendo, são 2 horas que passam voando! Vale a pena. 

Mas tudo bem, eu vou entender se você preferir ir na missa, ser iludido pelo seu pateta preferido. Seja padre, pastor, ou a puta que o pariu.

Assista o Filme Zeitgeist

(no site do filme você também pode baixá-lo em alta qualidade, se quiser) 

 

Além do filme, segue o link do Lucas Nunes no youtube. Ele coleciona ótimos vídeos sobre temáticas parecidas. 
http://www.youtube.com/user/lucask8nunes

 



 

 
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